como administradoras podemos escolher em qual horario do mundo queremos nos expressar.
informo aos usuarios que nosso horario e o mesmo que marca os relogios das pessoas que andam pelas ruas de Bagda.
уторак, април 6
no mais, gerais.
adorei aline passar o final de semana tomando cerveja e colocar bibliografia para a bebedeira depois... ririririr...
bia, escreve sempre? desculpe o msn. net e caro demais nesses cafes.
fui numa festa sexta-feira (venerdi): musica eletronica num predio do XVII. gin tonico e porre à italiana.
adorei aline passar o final de semana tomando cerveja e colocar bibliografia para a bebedeira depois... ririririr...
bia, escreve sempre? desculpe o msn. net e caro demais nesses cafes.
fui numa festa sexta-feira (venerdi): musica eletronica num predio do XVII. gin tonico e porre à italiana.
notas no blog:
ou
eu tentando olhar para o para o umbigo (ambiguo?):
ou
tentativa de espelho:
- roma e veramente linda.
- percorro varios abismos todo dia.
- mudei de casa tb.
- barco, aqui, habita montanha.
- os espelhos de roma sao um pouco desfocados. ou sera que sou eu?
- ler literatura nos olhos estrangeiros e ver magica.
- desdobramentos do amor me invadem.
ou
eu tentando olhar para o para o umbigo (ambiguo?):
ou
tentativa de espelho:
- roma e veramente linda.
- percorro varios abismos todo dia.
- mudei de casa tb.
- barco, aqui, habita montanha.
- os espelhos de roma sao um pouco desfocados. ou sera que sou eu?
- ler literatura nos olhos estrangeiros e ver magica.
- desdobramentos do amor me invadem.
понедељак, април 5
Errância. Errar na vida e pela vida. Errar é deslocar-se em deslocamento. Graça de viver horas a fio...por que nunca chega ponto final. Fugir da vida para a própria vida e fazer dos tempos e dos ventos: intensidade. Rumores ciganos desenham cenas entorpecidas que se enchem, entornam-se, não se sustentam. A vida não tem vértebras.
Errâncias para todos!
Errando no Museu Picasso
Picasso
erra
quando pinta
e erra
quando ama.
Mas quando erra,
erra
violenta e
generosamente,
erra
com exuberante
arrogância,
erra
como o touro erra
seu papel de vítima,
sangrando
quem, por muito amar, fere
e sai ovacionado
com banderilhas na carne.
Pintor do excesso
e exuberância,
Picasso
é extravagância.
Ele erra,
mas nele,
o erro
mais que erro
- é errância.
Affonso Romano de Sant’Anna
Errâncias para todos!
Errando no Museu Picasso
Picasso
erra
quando pinta
e erra
quando ama.
Mas quando erra,
erra
violenta e
generosamente,
erra
com exuberante
arrogância,
erra
como o touro erra
seu papel de vítima,
sangrando
quem, por muito amar, fere
e sai ovacionado
com banderilhas na carne.
Pintor do excesso
e exuberância,
Picasso
é extravagância.
Ele erra,
mas nele,
o erro
mais que erro
- é errância.
Affonso Romano de Sant’Anna
Carol: te adoro tb!
Ñ se esqueça mandar o endereço novo, hein?!
Fim de semana ímpar:
Sexta de muitas cervejas de 1R$ no 1 real... Glacial.
Sábado: festa à fantasia ( eu de MC Punk Feliz...) e muitos gins...
Domingo: churrasco e mais algumas cervejas!
De toda essa " leveza" restou- me ainda algum vestígio de estômago que grita, enlouquecido, para que eu cuide melhor dele...rsssssss.
"Eu recomendo pão, carne, vegetais e cerveja."
Sófocles.
Ñ se esqueça mandar o endereço novo, hein?!
Fim de semana ímpar:
Sexta de muitas cervejas de 1R$ no 1 real... Glacial.
Sábado: festa à fantasia ( eu de MC Punk Feliz...) e muitos gins...
Domingo: churrasco e mais algumas cervejas!
De toda essa " leveza" restou- me ainda algum vestígio de estômago que grita, enlouquecido, para que eu cuide melhor dele...rsssssss.
"Eu recomendo pão, carne, vegetais e cerveja."
Sófocles.
Os olhos se reconcentraram, desatinados,
espiralados cigarros, suspensos em ascendentes fumaças.
Altivez do corpo torneado, valsando em vermelho e negro.
Vestidas de infinito, minhas verdades nômades servem aos deuses e demônios, por que erram em si mesmo:riso, combate, mistério.
Majestade.
Assombros
Às vezes, pequenos grandes terremotos
ocorrem do lado esquerdo do meu peito.
Fora, não se dão conta os desatentos.
Entre a aorta e a omoplata rolam
alquebrados sentimentos.
Entre as vértebras e as costelas
há vários esmagamentos.
Os mais íntimos
já me viram remexendo escombros.
Em mim há algo imóvel e soterrado
em permanente assombro.
Affonso Romano de Sant’Anna
espiralados cigarros, suspensos em ascendentes fumaças.
Altivez do corpo torneado, valsando em vermelho e negro.
Vestidas de infinito, minhas verdades nômades servem aos deuses e demônios, por que erram em si mesmo:riso, combate, mistério.
Majestade.
Assombros
Às vezes, pequenos grandes terremotos
ocorrem do lado esquerdo do meu peito.
Fora, não se dão conta os desatentos.
Entre a aorta e a omoplata rolam
alquebrados sentimentos.
Entre as vértebras e as costelas
há vários esmagamentos.
Os mais íntimos
já me viram remexendo escombros.
Em mim há algo imóvel e soterrado
em permanente assombro.
Affonso Romano de Sant’Anna
недеља, април 4
четвртак, април 1
Inconstância, inconsistência, instabilidade. desquilibrio, descompasso, desconstrução. des( cansaço)??. Persistência impossibilitada pela efemeridade. Ou fastio do sempre que enche mas não satifaz? A falta de paciência encheu tanto o dia de hoje que até o dia pareceu bonito demais...
( ainda assim ganhei vários sorrisos. os almocei.)
Vim para aqui repousar,
Mas esqueci-me de me deixar lá em casa,
Trouxe comigo o espinho essencial de ser consciente,
A vaga náusea, a doença incerta, de me sentir.
Sempre esta inquietação mordida aos bocados
Como pão ralo escuro, que se esfarela caindo.
Sempre este mal-estar tomado aos maus haustos
Como um vinho de bêbado quando nem a náusea obsta.
Sempre, sempre, sempre
Este defeito da circulação na própria alma,
Esta lipotimia das sensações,
Isto...
Ah, não sabias,
Felizmente não sabias,
Que a pena é todos os dias serem assim, assim:
Que o mal é que, feliz ou infeliz,
A alma goza ou sofre o íntimo tédio de tudo,
Consciente ou inconscientemente,
Pensando ou por pensar
Que a pena é essa ...
(Era um dia de sol pelos campos e eu dormitava, sorrindo.)
Alváro de Campos
( ainda assim ganhei vários sorrisos. os almocei.)
Vim para aqui repousar,
Mas esqueci-me de me deixar lá em casa,
Trouxe comigo o espinho essencial de ser consciente,
A vaga náusea, a doença incerta, de me sentir.
Sempre esta inquietação mordida aos bocados
Como pão ralo escuro, que se esfarela caindo.
Sempre este mal-estar tomado aos maus haustos
Como um vinho de bêbado quando nem a náusea obsta.
Sempre, sempre, sempre
Este defeito da circulação na própria alma,
Esta lipotimia das sensações,
Isto...
Ah, não sabias,
Felizmente não sabias,
Que a pena é todos os dias serem assim, assim:
Que o mal é que, feliz ou infeliz,
A alma goza ou sofre o íntimo tédio de tudo,
Consciente ou inconscientemente,
Pensando ou por pensar
Que a pena é essa ...
(Era um dia de sol pelos campos e eu dormitava, sorrindo.)
Alváro de Campos
Queridos!
Euforia...sinto meu sangue em cada parte do meu corpo, intensamente. Brincar de ser todo, brincar de ser parte. Fingir sendo. Sendo brincando de fingir. A vida anda tão tão...acho que outono ( dias absurdamente belos, céus de acordar mergulhando na manhã azul de piscina). Acho que descoberta, do novo no conhecido , do conhecido no novo. tentativa diária do veneno que não mata, seduz.
clarisse lispector para vcs. Estou de metalinguagens.
Quero Escrever o Borrão Vermelho de Sangue
Quero escrever o borrão vermelho de sangue
com as gotas e coágulos pingando
de dentro para dentro.
Quero escrever amarelo-ouro
com raios de translucidez.
Que não me entendam
pouco-se-me-dá.
Nada tenho a perder.
Jogo tudo na violência
que sempre me povoou,
o grito áspero e agudo e prolongado,
o grito que eu,
por falso respeito humano,
não dei.
Mas aqui vai o meu berro
me rasgando as profundas entranhas
de onde brota o estertor ambicionado.
Quero abarcar o mundo
com o terremoto causado pelo grito.
O clímax de minha vida será a morte.
Quero escrever noções
sem o uso abusivo da palavra.
Só me resta ficar nua:
nada tenho mais a perder
Euforia...sinto meu sangue em cada parte do meu corpo, intensamente. Brincar de ser todo, brincar de ser parte. Fingir sendo. Sendo brincando de fingir. A vida anda tão tão...acho que outono ( dias absurdamente belos, céus de acordar mergulhando na manhã azul de piscina). Acho que descoberta, do novo no conhecido , do conhecido no novo. tentativa diária do veneno que não mata, seduz.
clarisse lispector para vcs. Estou de metalinguagens.
Quero Escrever o Borrão Vermelho de Sangue
Quero escrever o borrão vermelho de sangue
com as gotas e coágulos pingando
de dentro para dentro.
Quero escrever amarelo-ouro
com raios de translucidez.
Que não me entendam
pouco-se-me-dá.
Nada tenho a perder.
Jogo tudo na violência
que sempre me povoou,
o grito áspero e agudo e prolongado,
o grito que eu,
por falso respeito humano,
não dei.
Mas aqui vai o meu berro
me rasgando as profundas entranhas
de onde brota o estertor ambicionado.
Quero abarcar o mundo
com o terremoto causado pelo grito.
O clímax de minha vida será a morte.
Quero escrever noções
sem o uso abusivo da palavra.
Só me resta ficar nua:
nada tenho mais a perder
Porques...nem sei!
Tudo que leio e vivo carece de uma explicação...
Tudo que sou e faço quase nem tem nexo...
absurdos fulgazes são as coisas que me trazem prazer e delas vivo. Me alimento dos cotidianos que nem fazem sentido. Estão todos dispersos, flutuantes e fluidos. Estou a tentar, estive sendo, sou tentando.
Mais leminski, por que resolvi n devolver o livro! ( por enquanto)
razão de ser
Escrevo.E pronto.
Escrevo porque preciso.
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo por que amanhece,
e as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e norde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por que
Tudo que leio e vivo carece de uma explicação...
Tudo que sou e faço quase nem tem nexo...
absurdos fulgazes são as coisas que me trazem prazer e delas vivo. Me alimento dos cotidianos que nem fazem sentido. Estão todos dispersos, flutuantes e fluidos. Estou a tentar, estive sendo, sou tentando.
Mais leminski, por que resolvi n devolver o livro! ( por enquanto)
razão de ser
Escrevo.E pronto.
Escrevo porque preciso.
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo por que amanhece,
e as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e norde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por que
Пријавите се на:
Постови (Atom)